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terça-feira, 29 de maio de 2012

Dica de Livros: Cenas de Nova York e outras viagens

Poucas coisas são tão legais quanto ler um autor beat, mas ler Jack kerouac transcende essa coisa de se sentir cool durante um processo de leitura. 

 Neste momento estou diante do livro escrito por Jack (espero que vocês não se incomodem com a intimidade) “Cenas de nova York e outras viagens”.

 Esse pequeno livro de contos meio autobiográfico de de Kerouac conta algumas das suas viagens por aí. Em parte com empregos meio vagabundos que o autor pegava por aí para bancar seus esforços literários, mas também uma ou outra história legal sobre a vida do autor em Nova York.

 Os contos são curtos, nada muito difícil ou complicado de ler, a leitura é rápida e de prazeres. O livro ainda contém alguns poemas do Jack Kerouac para o deleite dos leitores.

 Essas histórias hedonistas típicas dos beats empolgam qualquer um a largar tudo e virar escritor. Eu particularmente recomendo o livro.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Dica de Livro: Os feios

Sempre me perguntei para que diabos de lugar o culto ao corpo padrão levaria o nosso mundo. Scott Westerfild me respondeu essa questão com o livro Os feios.

Na verdade é uma trilogia, mas eu até agora só li o primeiro. O livro conta a história de um futuro distante onde todos ao completar 16 anos fazem uma cirurgia plástica brutal para se tornarem "perfeitos". Se enquadrar em um padrão de beleza criado pelo governo com base no que médicos e governam consideraria o ideal.

Detalhe: a cirurgia é obrigatória.

Nessa realidade onde todos que não passam pelo procedimento cirúrgico enorme são chamados de feios está Tally , uma garota de quase 16 que a princípio sonha em se tornar "perfeita". Mas será que ser perfeito é ter o corpo todo reconstruído durante uma cirurgia que vai mudar toda a mente de Tally?

Apesar dos momentos "Malhação" por causa dos romances adolescente, esse trabalho leva muitos a refletirem qual o preço que a sociedade está pagando na criação dos seus padrões. Não duvido que em um futuro próximo os cargos políticos estarão sendo escolhidos pela simetria no rosto dos candidatos.

Honestamente estou com muita vontade de ler os outros dois livros da série, pois o final desse primeiro me pareceu fodástico. Recomendo essa série para toda garota que vem me perguntar se está gorda e pros garotões que me enchem o saco me chamando para malhar(não, eu não quero ter uma maldita vida mais saudável).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dica de livro: Dan Leno e o Golem de Londres



Nesse interessante trabalho do Peter Ackroyd você vai achar desde artistas de circos a um serial killer que recebe a alcunha de uma lenda. O livro é um suspense interessante, obviamente  gastamos muito tempo de nossa leitura tentando descobrir quem seria o “Golem”.

O que eu achei legal no livro foram os personagens. Nada de mulheres choronas ou homens heróicos, meio que ninguém é gente boa nessa história. Para quem curte narrativas sombrias,   Dan Leno e o Golem de Londres certamente é uma boa pedida.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dica de livro: A menina que roubava livros

“Quando uma história é narrada pela morte, ela deve ser lida”. Eu não lembro quem foi que falou isso sobre o livro A menina que roubava livros escrito por Markus Zusak, mas devo dizer que essa fraze é perfeita para definir esse trabalho literário muito legal.




Sim, toda a história é narrada pela morte. O título pode parece meio infantil, mas é garantido que a leitura não é. Esse interessante texto conta a história da menina alemã Liesel Meminger que rouba livros dos mais diversos (e às vezes inúteis) tipos.

A história se passa na Alemanha nazista, em uma época onde ou você era alemão ou era o resto. Liesel Meminger e seus familiares eram o resto. O interessante desse trabalho é que ele mostra historicamente como os nazistas coagiam as pessoas a se filiarem ao seu partido.

Embora seja uma ficção A menina que roubava livros conta em vários trechos como a família (que não era judia, nem pertencia à minoria étnica alguma) adotiva de Liesel Meminger sofreu. Primeiro financeiramente, já que quem não estava no “partido” não arranjava trabalho facilmente. Depois o medo constante quando as cidades começaram a ser bombardeadas pelas tropas aliadas. Imaginem o seguinte, se hoje com toda essa “tecnologia” misseis caem no lugar errado, pense naquela época? O livro mostra bem o medo dessas pessoas que temeram pelas suas vidas durante a segunda guerra mundial.

Quando eu li esse livro (da primeira vez) me senti um tanto quanto desolado com o mundo. Acho que talvez essa seja a intensão do texto, lembrar que o os humanos são os seres mais assustadores que a terra já viu ao ponto da narradora (a morte) fazer a seguinte afirmação: “Os seres humanos me assombram”. Isso me parece assustador para porra.