Ok. Isso parece loucura, mas os caras do coletivo Hacker Anonymous (Ou como eu gosto de chamar "os ninjas") declararam Cyber War ao congresso dos Estados Unidos.
De acordo com o site Question More o Anonymous estaria lutando contra os legisladores americanos que estão prestes a aprovar para 2012 uma lei onde todo e qualquer cidadão pode ser preso mesmo que a justiça o tenha considerado inocente. A informação teria como fonte o próprio coletivo.
O Anonymous inclusive, já estaria realizando Cyber ataques a senadores que apoiaram a ideia, expondo relações de Lobby e subornos descobertos através de invasões em contas consideradas particulares. Vocês podem acompanhar a guerra digital pela tag #OpAccountable no twitter.
Enquanto um grupo de Hackers com fígado de adamantiun estão declarando guerra por ai, o soteropolitano não sabe nem o que é o PDDU (Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano). Estamos mais preocupados com quem vai jogar no Bahia ou Vitória ano que vem.
Eu como jornalista escuto as reclamações de meio mundo de gente sobre a falta de estrutura em Salvador. Foda-se, em 2012 uma galera vender o voto por uma cerveja de graça.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Pulp: Como assim acabaram os cigarros do mundo todo?
Ele vagava por aí sem muito que fazer, pois não existia nada. A guerra tinha acabado com tudo que havia de bom e civilizado no mundo. Comida, água, stripers, cerveja e camisinhas e o pior de tudo, cigarros.
Aquela velha carteira de Meridian devia ser a última de todo o planeta. Marcos sentia-se muito miserável naquele momento.
“Só restou o Meridian, não podia ser ao menos um Hollywood?” questionava-se enquanto vagava pela cidade destruída por conta dos ataques de mísseis. O terno preto que ele vestia estava sujo de areia e barro, coisa que em outros tempos seria impensável, mas agora não fazia grande diferença, afinal, não existiam mais stripers para tentar impressionar com seu estilo Pulp Fiction.
“Porcaria de guerra, só deixou bíblias e testemunhas de Jeová vivos” reclamava ele.
“Nenhuma prostituta, nada de bebida alcoólica, ou muito menos cigarros decentes, mas gente chata e purista que acredita que transar é pecado o mundo continua cheio”
Ele desejava ter morrido quando as bombas destruíram tudo, estava irritado, pois o mundo em que ele está agora não oferece nenhuma diversão, só tédio e pessoas pregando a palavra de “Deus”.
Marcos entrou em um velho prédio abandonado, sentou-se entre duas cadeiras e acendeu seu último cigarro, enquanto pensava em formas não doloridas de cometer suicídio
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