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sábado, 17 de dezembro de 2011

Anonymous declara guerra digital ao congresso americano

Ok. Isso parece loucura, mas os caras do coletivo Hacker Anonymous (Ou como eu gosto de chamar "os ninjas") declararam Cyber War  ao congresso dos Estados Unidos.

 De acordo com o site Question More o Anonymous estaria lutando contra os legisladores americanos que estão prestes a aprovar para 2012 uma lei onde todo e qualquer cidadão pode ser preso mesmo que a justiça o tenha considerado inocente. A informação teria como fonte o próprio coletivo.

O Anonymous inclusive, já estaria realizando Cyber ataques a senadores que apoiaram a ideia, expondo relações de Lobby e subornos descobertos através de invasões em contas consideradas particulares. Vocês podem acompanhar a guerra digital pela tag #OpAccountable no twitter.

Enquanto um grupo de Hackers com fígado de adamantiun estão declarando guerra por ai, o soteropolitano não sabe nem o que é o PDDU (Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano). Estamos mais preocupados com quem vai jogar no Bahia ou Vitória ano que vem.

 Eu como jornalista escuto as reclamações de meio mundo de gente sobre a falta de estrutura em Salvador. Foda-se, em 2012 uma galera vender o voto por uma cerveja de graça.

domingo, 4 de setembro de 2011

Swing: você consegue lidar com isso?

Swing. A prática da troca de casais na hora do sexo é o que a maioria das mães brasileiras chamariam de “safadeza”, mas será que isso não pode melhorar o seu relacionamento?




Quem nunca se sentiu culpado por está fantasiando sexo com um(a) amigo(a) da parceira? A verdade é que essas coisas acontecem, fidelidade mental é um lance humanamente impossível em minha opinião. O que rola é que normalmente a gente não conta isso para os nossos parceiros. No Swing o lance seria mais aberto, pois existe uma dissociação do sexo e do amor, a prática de dar uma trepadinha visa dar vez a necessidades do casal.

No artigo Swing, o adultério consentido de Olivia von der Weid, conta muitas vezes que os casais frequentadores de casas de swing afirmam ter ganhado mais cumplicidade com o parceiro. Esses casais relatam que após começarem a praticar swing passaram a “olhar” mais um para o outro, se preocupar mais com o outro lado da relação. Nesse ponto reapareceria o amor.

Mas é claro que nem tudo são flores, em outro artigo da mesma autora é relatado que alguns homens ficam tão ansiosos com a primeira noite de Swing que simplesmente bate a paumolescencia. Não é de se espantar, já que homens são inseguros por natureza, tem medo de não serem os fodões que foram educados para ser.

Existem ainda aqueles que contratam prostitutas, ou chamam amigas para poderem ir a casa de swing sem levar as esposas. Nesse caso o Swing acaba virando apenas mais uma forma de adultério.

Acho que chamar o swing de adultério quando os membros do casal consentem com a prática exagerado, afinal, trair tem um significado muito amplo para se restringir a sexualidade. Acredito que a grande pergunta que deve ser feita quando um casal pretende participar de algo como isso é: eu consigo lidar com essa onda?



*Não se limite a esse post medíocre, você pode achar mais informações clicando nos links abaixo.

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