Ok. Isso parece loucura, mas os caras do coletivo Hacker Anonymous (Ou como eu gosto de chamar "os ninjas") declararam Cyber War ao congresso dos Estados Unidos.
De acordo com o site Question More o Anonymous estaria lutando contra os legisladores americanos que estão prestes a aprovar para 2012 uma lei onde todo e qualquer cidadão pode ser preso mesmo que a justiça o tenha considerado inocente. A informação teria como fonte o próprio coletivo.
O Anonymous inclusive, já estaria realizando Cyber ataques a senadores que apoiaram a ideia, expondo relações de Lobby e subornos descobertos através de invasões em contas consideradas particulares. Vocês podem acompanhar a guerra digital pela tag #OpAccountable no twitter.
Enquanto um grupo de Hackers com fígado de adamantiun estão declarando guerra por ai, o soteropolitano não sabe nem o que é o PDDU (Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano). Estamos mais preocupados com quem vai jogar no Bahia ou Vitória ano que vem.
Eu como jornalista escuto as reclamações de meio mundo de gente sobre a falta de estrutura em Salvador. Foda-se, em 2012 uma galera vender o voto por uma cerveja de graça.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Vintage: roupas com história
Usar roupas que faziam parte do grada-roupa da sua avó, essa é a essencia da moda Vintage ou Retrô. Podem ser dos anos de 1980, 1970, antes do século XIX. Tudo anexado nessa forma de vestuário que tem como objetivo trazer de volta o que teoricamente já teria ido embora.
Já é comum se pensar que na cultura pop percebemos como há 20 anos produzíamos coisas legais. A quem diga até que esse processo seja um círculo vicioso e de tempos em tempos olhamos parar o passado e vemos suas maravilhas. Do nada notamos que deixamos algo legal passar.
O vintage em todas as suas formas tem esse objetivo: lembrar ou tentar fazer retornar algo que teoricamente já teria perdido a legitimidade, mas por algum motivo estranho a gente se identifica com essa moda de outras décadas.
A galera tem que lembrar que roupas são um extenção das nossas personalidades, então o retrô nada mais é do que uma expreção de nossa saudade. Mas se eu gosto de vestir roupas de épocas em que eu não estava nascido ainda? Certo, você, garoto de 15 anos, nunca teve vontade de ir ao Woodstock, ou ver os mutantes tocarem com a Rita Lee no vocal, ou mesmo acompanhar um dos antigos festivais da canção na TV Record?
Não que hoje não existam coisas legais, mas às vezes a gente senta falta daquilo que não teve.
Obviamente ver nossos artistas favoritos usando essas roupas também é uma motivação para o retrô. Mitos e simbolos são sempre mitos e simbolos. Quer a gente goste ou não, eles governam as nossas vidas. Ver nossos artistas favoritos usando roupas que chamos legais é um ótimo insentivo para estourar o cartão de crédito.
Não se limite a esse post mediocre. Você pode achar mais informações no artigo. A História inventando Moda: A influência da memória na criação de coleções de moda com referência no passado de Rochelle Cristina dos Santos
Já é comum se pensar que na cultura pop percebemos como há 20 anos produzíamos coisas legais. A quem diga até que esse processo seja um círculo vicioso e de tempos em tempos olhamos parar o passado e vemos suas maravilhas. Do nada notamos que deixamos algo legal passar.
O vintage em todas as suas formas tem esse objetivo: lembrar ou tentar fazer retornar algo que teoricamente já teria perdido a legitimidade, mas por algum motivo estranho a gente se identifica com essa moda de outras décadas.
A galera tem que lembrar que roupas são um extenção das nossas personalidades, então o retrô nada mais é do que uma expreção de nossa saudade. Mas se eu gosto de vestir roupas de épocas em que eu não estava nascido ainda? Certo, você, garoto de 15 anos, nunca teve vontade de ir ao Woodstock, ou ver os mutantes tocarem com a Rita Lee no vocal, ou mesmo acompanhar um dos antigos festivais da canção na TV Record?
Não que hoje não existam coisas legais, mas às vezes a gente senta falta daquilo que não teve.
Obviamente ver nossos artistas favoritos usando essas roupas também é uma motivação para o retrô. Mitos e simbolos são sempre mitos e simbolos. Quer a gente goste ou não, eles governam as nossas vidas. Ver nossos artistas favoritos usando roupas que chamos legais é um ótimo insentivo para estourar o cartão de crédito.
Não se limite a esse post mediocre. Você pode achar mais informações no artigo. A História inventando Moda: A influência da memória na criação de coleções de moda com referência no passado de Rochelle Cristina dos Santos
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Histórias de um pedaço de roupa: a minissaia
Eu não sou um especialista em moda, mas em minha humilde opinião, as minissaias são o equivalente feminino da Jaqueta de couro para motoqueiro.
Antes de continuar com esse post vamos conceituar o que seria uma minissaia.
Tecnicamente uma minissaia seria uma saia cujo fim ficaria 10 centímetros acima do joelho, ou seja, algo que realmente permite a nós homens verem pernas de mulheres, legal não?
Essa peça de roupa tão associada a mulheres que sua mãe beata não deixaria vc namorar nunca, teria sido invenção simultânea de dois Designers Mary Quant e André Courregés. Em 1964 Quant apresentou as minissaias para o mundo em Paris, e não demora muito para que elas se tornem uma febre entre as garotas.
A minissaia acaba virando um símbolo político da revolução sexual da década de 1960. Era um tipo de marca para garotas modernas que ouviam Beatles e Rolling Stones, assim como as Jaquetas de Couro e os filmes do James Dean.
O corpo da mulher sempre foi visto como algo pecaminoso no ocidente, o que leva o homem ao erro por assim dizer. Entretanto na década de 1960 que tinha esse espírito mais transgressor, muitas mulheres colocavam minissaias e queimavam sutiens com a ideia de obter controle sobre sua sexualidade. Mostrar as pernas nessa época acaba se transformando numa forma de mostrar o quanto a mulher tem poder sobre seu corpo, mas obviamente teve muita gente que achou isso uma desculpa para piriguetagem
A minissaia hoje ainda tem sua imagem degradada, a mulher que a usa ainda pode ostentar a posição de piguete a depender do círculo social onde esteja, mas, por favor, moças não abandonem essa peça de vestuário legal e com uma história tão interessante.
*Não se limite a esse post medíocre você pode achar mais informações sobre o assunto no livro MODA - UM CURSO PRATICO E ESSENCIAL (ERIKA STALDER,STALDER, Erika e KRIETZMAN, Ariel) e no artigo OLHARES SOBRE O FEMININO: O DESEJO, O AMOR E O SEXO EM DIFERENTES TEMPOS (Lúcia Helena da Silva Joviano)
Antes de continuar com esse post vamos conceituar o que seria uma minissaia.
Tecnicamente uma minissaia seria uma saia cujo fim ficaria 10 centímetros acima do joelho, ou seja, algo que realmente permite a nós homens verem pernas de mulheres, legal não?
Essa peça de roupa tão associada a mulheres que sua mãe beata não deixaria vc namorar nunca, teria sido invenção simultânea de dois Designers Mary Quant e André Courregés. Em 1964 Quant apresentou as minissaias para o mundo em Paris, e não demora muito para que elas se tornem uma febre entre as garotas.
A minissaia acaba virando um símbolo político da revolução sexual da década de 1960. Era um tipo de marca para garotas modernas que ouviam Beatles e Rolling Stones, assim como as Jaquetas de Couro e os filmes do James Dean.
O corpo da mulher sempre foi visto como algo pecaminoso no ocidente, o que leva o homem ao erro por assim dizer. Entretanto na década de 1960 que tinha esse espírito mais transgressor, muitas mulheres colocavam minissaias e queimavam sutiens com a ideia de obter controle sobre sua sexualidade. Mostrar as pernas nessa época acaba se transformando numa forma de mostrar o quanto a mulher tem poder sobre seu corpo, mas obviamente teve muita gente que achou isso uma desculpa para piriguetagem
A minissaia hoje ainda tem sua imagem degradada, a mulher que a usa ainda pode ostentar a posição de piguete a depender do círculo social onde esteja, mas, por favor, moças não abandonem essa peça de vestuário legal e com uma história tão interessante.
*Não se limite a esse post medíocre você pode achar mais informações sobre o assunto no livro MODA - UM CURSO PRATICO E ESSENCIAL (ERIKA STALDER,STALDER, Erika e KRIETZMAN, Ariel) e no artigo OLHARES SOBRE O FEMININO: O DESEJO, O AMOR E O SEXO EM DIFERENTES TEMPOS (Lúcia Helena da Silva Joviano)
domingo, 28 de agosto de 2011
Fetiche e roupas de couro.
Pessoas bonitas com roupas de couro. Ou será que só são bonitas por usarem roupas de couro. É difícil dizer devido aos nossos fetiches por esse tipo de roupa. Ou vai me dizer que você nunca fantasiou transar com uma pessoa usando couro brilhante? Claro que eu não acredito em você!
Fetiche de acordo com o Livro de ouro do sexo seria a qualidade que algum objeto ou parte do corpo humano adquire quando passa a ser utilizado para o prazer sexual de alguém. Não raramente o fetiche se manifesta não pelo objeto em si, mas pelo seu material de fabricação, como o caso do couro e da borracha.
O exemplo masculino mais notável de como o couro pode ser considerado um símbolo sexual sem dúvida é Marlon Brando (O cara dessa foto aí em cima) no filme O Selvagem (1957) que elevou a jaqueta de couro a um ícone cool. Vamos lá garotas, vocês iam querer andar na moto desse cara. Os motociclistas são fantasiados por muitas mulheres por causa das suas jaquetas de couro que acompanhadas de tatuagens podem dar um ar de sexo bruto à figura que você que ter na cama. Essa imagem do sexo mais “dolorido” ligado a vestimentas de couro é tão forte que pessoas fãs de sadomasoquismo utilizam essas roupas o tempo todo e exploram essa estética para realização dessas fantasias.
Os homens também têm seus ícones midiáticos com roupas de couro. Quem pode esquecer da mulher-gato dos quadrinhos com aquele visual sexy de a-morte-me-acompanha-mas-o-sexo-é-bom. O couro é o tipo de roupa que os diretores de cinema dão as personagens que serão Femme Fatales. Ou seja, mesmo no caso de mulheres usando essas roupas, o couro sempre quer dizer “risco de sexo violento”. Não minta para você mesmo. você curte isso.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Brechós são legais, simples assim.
Conheço um milhão de retardados que só vão comprar roupa em shopping e limitam a suas vestimentas a uma etiqueta cara muito provavelmente fabricada com trabalho escravo em algum lugar do Brasil ou China.
Não tenho nada contra Shopping, mas garanto a vocês, nada na vida se compara a uma compra em brechó. Roupas bem legais a preços úteis que não vão fazer seu cartão de crédito chorar. Tudo bem, eu assumo que para o desespero dos meus pais tenho gostos um tanto quanto exóticos para roupas , mas que se dane, eu não ligo.
Por exemplo, esses belos óculos que eu uso nessa foto foram comprados ao custo da bagatela de R$1,00 em uma igreja próxima a universidade católica na Avenida 7 de setembro. Legal não é mesmo? Aliás, eu recomendo esse lugar para vários amigos meus – é bem legal, com materiais de boa qualidade.
O brechó é o tipo de coisa onde você que curte um visual mais “antigo” pode encontrar roupas ao estilo vovô ou talvez você seja como eu e queria um visual um pouco mais diferenciado. Ou quem sabe talvez até possa ajudar em alguma causa justa, já que a maioria dos brechós de Salvador ficam em igrejas e o lucro das vendas muitas vezes é destinado a caridade.
Não tenho nada contra Shopping, mas garanto a vocês, nada na vida se compara a uma compra em brechó. Roupas bem legais a preços úteis que não vão fazer seu cartão de crédito chorar. Tudo bem, eu assumo que para o desespero dos meus pais tenho gostos um tanto quanto exóticos para roupas , mas que se dane, eu não ligo.
Por exemplo, esses belos óculos que eu uso nessa foto foram comprados ao custo da bagatela de R$1,00 em uma igreja próxima a universidade católica na Avenida 7 de setembro. Legal não é mesmo? Aliás, eu recomendo esse lugar para vários amigos meus – é bem legal, com materiais de boa qualidade.
O brechó é o tipo de coisa onde você que curte um visual mais “antigo” pode encontrar roupas ao estilo vovô ou talvez você seja como eu e queria um visual um pouco mais diferenciado. Ou quem sabe talvez até possa ajudar em alguma causa justa, já que a maioria dos brechós de Salvador ficam em igrejas e o lucro das vendas muitas vezes é destinado a caridade.
domingo, 24 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Por favor, me mate: Pouca roupa
Você é uma pessoa cool? Mora em salvador? E Possui o mínimo de bom gosto? Então você já sentiu a vergonha alheia quando olhou para aquela pessoa barriguda (não exatamente gorda) utilizando o conjunto top e shortinho/roupa-íntima. Com direito a tatuagem tribal embaixo do umbigo.
É a visão do inferno, não duvide.
Para quem acha que esse post e destinado a esculhambar as moças que estão com aqueles quilos sobrando, se enganou. Estamos aqui para falar de um conceito vulgar e irritante. A ideia de que uma mulher para ser gostosa precisa estar quase sem roupa.
Não, isso não é sexy, a não ser que você esteja dentro de um quarto de motel.
Ser sexy, em minha humilde opinião está mais relacionado a um comportamento cool e roupas que escondem o que existe de pior e mostram o que há de melhor. O vestuário deve está equilibrado, não exibindo demais ou menos.
Uma garota gostosa, vestindo quase nada, só em locais onde podemos fazer sexo com ela. É muito simplista achar que usar quase nada é sexy, pra falar a verdade é no mínimo uma falta de bom gosto
Por favor, me mate. Mas com roupas legais
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 29 de junho de 2010
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