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terça-feira, 13 de março de 2012

Qual a diferença entre pornografia e arte erótica?

Classificações artísticas sempre são polêmicas  e difíceis, na verdade é provável que esse blogueiro esteja se metendo em uma roubada com este post, mas que se foda, eu não ligo.

 Normalmente pornografia é muito associada à cenas de nú explícito com mostras "chocantes" de paus entrando em vaginas ou outras partes do corpo humano. A gente imagina um gurí nerd vendo pornografia em seu quarto trancado, mas não acredita que esse tipo de coisa possa ser exibida em um museu.

 A arte erótica é conhecida pelo caráter sensual sem mostras de genitálias e em teoria trabalha mais com a ideia de sugestão do ato sexual, tipo uma trepadinha fingida, entretanto não menos legal. Mas até que ponto essas fronteiras de classificação entre a arte erótica e a pornografia são reais? O artigo Imagens do sexo: as falsas fronteiras do erótico com o pornográfico aponta questionamentos importantes nessas classificações.

 De acordo com o artigo essas diferênças servem mais para o público que para classificar alguma coisa realmente.

 "A existência destes dois conceitos – “erótico” e “pornográfico” – no campo do cinema parece terfinalidade instrumental, isto é, deveria ajudar o espectador a escolher o filme mais adequado ao seu gosto e evitar enganos ou constrangimentos. O público padrão do cinema “pornô” consome, sem maiores problemas, um filme “erótico”, e talvez fique apenas um pouco decepcionado com a ausência de imagens explícitas. Já o consumidor de um filme apenas “erótico” pode sentir-se ultrajado frente a cenas consideradas padrão numa narrativa “pornográfica”." diz o texto do artigo.

 Na verdade o erótico e o pornográfico tem a mesma ideia de utilização do corpo como forma de mostrar algo, além do mais muitas obras tidas como arte erótica possuem claras características da pornografia como a mostra de genitálias em ação pouco sentimentalismo. Muito da diferênça entre arte erótica e pornografia está no contexto da obra, não na obra em si. Exibido no museu: arte erótica. Exibido na madrugada da Band: pornografia (Grande Emanuele)

 Seria no final das contas a arte erótica um tentativa de purificação da pornografia? Ao menos eu tenho essa sensação em muitos momentos. É a academia apanhando a cultura popular e a deminizando? Possívelmente.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Balelas que todo homem escuta - Parte 1

*Em mais uma vez em minhas tentativas de falar sobre coisas que homens passam decidi criar uma lista de 5 mentiras que os homens escutam das mulheres. Essa lista não está pautada na quantidade de mulheres que contam a balela, mas sim no tamanho da mentira.

"Eu tive poucos parceiros sexuais"

 Todo homem já ouviu alguma mulher mentir a respeito da quantidade de parceiros sexuais. Não são poucos os homens que no decorrer de um relacionamento descobrem que suas parceiras não conheceram tão poucos homens assim.

Temos que ser honestos. Camaradas essa mentira é mais culpa nossa do que delas. Não é raro perceber que homens se assustam com mulheres com mais estradas que eles. A amizade masculina  também não ajuda, vai me dizer que você nunca riu de um camarada amigo seu por ele está tendo um relacionamento sério com uma mulher que tenha "aquela fama". Homens sentem medo disso, da piada que sofrem na rua, do mesmo modo que muitas mulheres ficam apavoradas quando percebem que estão ganhando o título de promíscuas.

 Embora se fale muito a respeito das mudanças de identidade cultural quanto ao gênero muitos conceitos são guardados, principalmente quanto a ideia da honra masculina que não e fácil de se lidar. Para o homem a humilhação é pública e seus únicos amigos estão em uma garrafa de cerveja.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A lenda da culpabilidade da vítima de crimes que envolvem sexualidade

Quem nunca ouviu “foi ela que estava usando uma roupa muito provocante”, “foram esses viados que se exibiram muito”, “Ela tem 13 anos, mas sabe se insinuar”. A gente escuta muito esse tipo de coisa cretina quando o crime envolve sexualidade.

Vítimas de violência que envolvem questões de gênero, não raramente são apontadas como responsáveis por serem vítimas.

 Até ontem eu realmente achava que isso ocorria basicamente em relação ao estupro, mas hoje ao assistir uma matéria na Tv sobre dois homossexuais agredidos na avenida paulista, percebi que essa merda rola com uma diversidade de crimes bem maior. Durante a exibição dessa reportagem ouvi diversos comentários bizarros sobre como o fato do cara ser gay o fazia assumir o risco de levar uma surra na rua como um desgraçado. Ser homossexual entre quatro paredes pode, nas ruas não “existem espaços apropriados para isso” diziam as vozes.

 A prostituição infantil é outro exemplo. Muitas vezes essa prática é justificada com a ideia de “ela queria”, como se o fato do cara transar com uma guria de 10 anos de idade não o fizesse ser um doente. Quanto ao estupro, já virou um grande clichê nos tribunais o criminoso apontar para a vítima e afirmar que ela seria uma “vagabunda conhecida”. Como se o fato de uma mulher ser prostituta desse o direito a alguém de dar uma surra nela ou estuprá-la.

A culpabilidade da vítima é só mais um instrumento que visa facilitar a impunidade do criminoso. Não raramente esses crimes não são denunciados por conta do medo da humilhação que alguém pode ter em ser apontado como responsável pelo seu flagelo. Isso também de facilitar a absolvição de criminosos, afinal, juízes meio burros comem essa pilha de “ela queria” ou “o comportamento deles foi ofensivo a mim”, mas verdade seja dita, esses discursos foram criados justamente para salvarem criminosos da cadeia. E o pior é que funcionam.

Enquanto a gente continuar punindo a vítima do crime que envolve sexualidade o culpado continua circulando por aí, ferrando outras pessoas. Tudo por conta dos nossos medos e preconceitos bobos. É a típica imbecilidade crônica que governa tudo, cara.

Com informações do livro: Eu nem imaginava que era estupro por Robin Warshaw

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mais mulheres deveriam cantar pagode baiano

Sim, o título desse post é esse mesmo. Não, eu não estou bêbado.

 Muito se fala sobre as letras escrotas de músicas compostas para o pagode baiano. Duplos sentidos que tirariam dignidade da mulher. O que é verdade, muitas bandas pegam pesado, não engulam essa conversa de que “a maldade está na cabeça dos outros”.


O contexto dos enunciados de muitas canções desse ritmo é relativamente indigno com a figura feminina. Então por qual razão seria interessante mulheres cantando esse tipo de música? A ideia mudaria simplesmente por completo. Quem faz o discurso é tão importante quanto o discurso em si.

Senta que lá em história: Nos séculos XVIII e XIX era comum mulheres simplesmente não poderem sair de casa por conta de seus maridos, que aprisionavam suas esposas e filhas temendo que essas se jogassem diante de um galanteador qualquer. Trancar as mulheres da casa era uma forma também do homem mostrar quem mandava naquela sociedade de merda, afinal, homens em todas as épocas da humanidade sempre estiveram preocupados em provar a sua masculinidade.

 Se em 2011, com lei Maria da Penha, delegacia da mulher, policiais femininas ocorrem diversos casos de maridos que estupram suas esposas, imagine isso a 150, 100, 50, anos atrás. A identidade delas era basicamente seu papel social de esposa e mãe, a outra opção era ser marginalizada da sociedade.

 Nesse contexto histórico um homem gritando em um microfone “toma negona” me parece algo que vai além do gosto musical duvidoso, entra em um mundo muito do escroto onde a mulher vem a ser apenas um objeto do homem (ao menos essa é uma das interpretações possíveis).



 Uma mulher cantando “toma negão, na boca e na bochecha” ganharia outro sentido, quase revolucionário. Se for imaginado uma mulher “interpretando” uma música onde o homem é o objeto sexual, as coisas mudam de figura relativamente, pois elas são inserida no debate. A maioria das cantoras que eu vejo por aí estão cantando chatices românticas e fazendo cópias muito estranhas da Lady Gaga, a questão sexual na música baiana é muito mais ligada a cantores homens.

 O contexto do pagode baiano nesse sentido é muito parecido com o da pornografia, que recebeu muitas acusações a respeito de como ela era masculinizada. Já ouvi falar de relatos de feministas que pediam a proibição de vídeos eróticos. Então surge na Alemanha Erika Lust responsável por fazer filmes pornôs para mulheres, uma idéia interessante pra caralho que coloca a mulher no centro das conversas sobre fantasias sexuais.

 Acho que colocar mais mulheres para cantar esse tipo de música uma forma muito mais eficiente de se tratar do machismo que muitos projetos de lei que andam circulando por aí. Mas relaxem, eu tenho plena consciência que minha opinião não é importante.

 Com informações do livro : RETRATOS DE MULHER - O COTIDIANO FEMININO NO BRASIL SOB O OLHAR DE VIAGEIROS DO SÉCULO XIX de TANIA QUINTANEIRO

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Insegurança com o corpo pode fazer mulheres perderem o desejo sexual

Não que uma mulher com mais de 100 quilos seja interessante, mas paranóia também não é algo realmente sexy



. Muitas mulheres ficam tão preocupadas em seguir algum tipo de padrão de beleza que quando não atingem esse formato de existir praticamente entram em parafuso. O homem percebe e se irrita com isso quando nota que a namorada ou esposa não fica despida diante dele ou só quer fazer sexo com a luz apagada.

 O mais assustador é que essa procura pela beleza institucionalizada pode levar a mulher à perda de libido sexual, afinal, quem vai conseguir transar e ter orgasmos quando se está preocupada com aquela barriguinha? Se você tem vergonha do seu corpo dificilmente vai conseguir fazer coisas legais como tirar a roupa para transar.

 O interessante é que esse nervosismo da mulher com o próprio corpo pode até vim do padrão de beleza criado socialmente, mas a maioria dos homens não está procurando esse padrão. Ou seja, grande parte dos machos do mundo estão cagando e andando se você tem celulite ou não.



 Para a pesquisadora Miriam Goldemberg a busca pelo corpo perfeito é chega mesmo a ser um retrocesso as liberdades femininas adquiridas nos últimos anos. Faz sentido. No lugar de patriarcado, academias. Para piorar essa situação ainda encontramos revistas que oferecem magreza com chás malucos e dietas alimentares retiradas de locais saudáveis como campos de concentração.

 No final das contas acho que é preciso equilíbrio com os nossos corpos (puta merda,mão acredito que vou terminar com esse post com esse papo natureba brega). Nem de mais, nem de menos.

*Com informações do livro: De perto ninguém é normal: estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio por Miriam Goldemberg

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Balelas sobre a infidelidade feminina

Essa semana eu saí para tomar um leve porre com algumas amigas minhas (eu tenho que manter a rotina) e ouvi aquele velho bordão “mulher não trai, se vinga”. Tenho que admitir que acho isso uma bela falácia para acalentar bovinos.




 Na maioria dos casos as mulheres traem pelo mesmo motivo dos homens: tesão por alguém que não é o seu perceiro(a). Uma mulher infiel é condenada por todos que estão ao seu redor, então vem daí a necessidade de se justificar como vítima da situação. Falas como “Ele não me dava atenção”, “Eu estava infeliz na relação” ou ainda a clássica “Ele me traiu”são muito utilizadas como pretexto para infidelidade feminina.

 Não estou dizendo aqui que as mulheres estão mentindo sobre esse tema, tenho certeza absoluta que elas acreditam nessa conversa de vítima. “mulher não trai, mulher se vinga” é um dos muitos discursos que as senhoras e senhoritas assumem quando tem medo de parecer promíscuas.



 A “boa” reputação de uma mulher, muitas vezes está ligada a sua capacidade de não fazer sexo , se resguardar. O discurso da vítima na verdade é nada além do que uma forma da mulher se proteger de prováveis ataques da comunidade a sua volta devido a sua atitude não sociável de trair.

 Não estou aqui condenando a mulher infiel, mas essa conversa de que mulher só trai quando está infeliz na relação é só mais uma maneira de estabelecer a ideia de que a mulher tem menos desejo sexual que o homem. Ou seja, moças se tornam vítimas duas vezes. A primeira por temer o resultado dos seus atos, a segunda pelo mundo escroto em que vivemos.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Histórias de um pedaço de roupa: a minissaia

Eu não sou um especialista em moda, mas em minha humilde opinião, as minissaias são o equivalente feminino da Jaqueta de couro para motoqueiro.




Antes de continuar com esse post vamos conceituar o que seria uma minissaia.

Tecnicamente uma minissaia seria uma saia cujo fim ficaria 10 centímetros acima do joelho, ou seja, algo que realmente permite a nós homens verem pernas de mulheres, legal não?

Essa peça de roupa tão associada a mulheres que sua mãe beata não deixaria vc namorar nunca, teria sido invenção simultânea de dois Designers Mary Quant e André Courregés. Em 1964 Quant apresentou as minissaias para o mundo em Paris, e não demora muito para que elas se tornem uma febre entre as garotas.

A minissaia acaba virando um símbolo político da revolução sexual da década de 1960. Era um tipo de marca para garotas modernas que ouviam Beatles e Rolling Stones, assim como as Jaquetas de Couro e os filmes do James Dean.




O corpo da mulher sempre foi visto como algo pecaminoso no ocidente, o que leva o homem ao erro por assim dizer. Entretanto na década de 1960 que tinha esse espírito mais transgressor, muitas mulheres colocavam minissaias e queimavam sutiens com a ideia de obter controle sobre sua sexualidade. Mostrar as pernas nessa época acaba se transformando numa forma de mostrar o quanto a mulher tem poder sobre seu corpo, mas obviamente teve muita gente que achou isso uma desculpa para piriguetagem

A minissaia hoje ainda tem sua imagem degradada, a mulher que a usa ainda pode ostentar a posição de piguete a depender do círculo social onde esteja, mas, por favor, moças não abandonem essa peça de vestuário legal e com uma história tão interessante.



*Não se limite a esse post medíocre você pode achar mais informações sobre o assunto no livro MODA - UM CURSO PRATICO E ESSENCIAL (ERIKA STALDER,STALDER, Erika e KRIETZMAN, Ariel) e no artigo OLHARES SOBRE O FEMININO: O DESEJO, O AMOR E O SEXO EM DIFERENTES TEMPOS (Lúcia Helena da Silva Joviano)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lilith: a primeira mulher de Adão

Eva é o cacete, a primeira mulher de adão foi Lilith. Ao menos de acordo com a mitologia hebraica, é claro.





Pela mitologia, antes de Eva, Deus teria criado outra mulher para fazer companhia a Adão. Lilith, ambos teriam sido feitos do mesmo material. Até aí seria beleza se essa primeira mulher aceitasse receber ordens de Deus e adão coisa que não aconteceu. Lilith teria mandado Adão ir catar coquinho e vai embora do “paraíso” por conta própria.

Deus ainda teria mandado anjos em busca de Lilith, que se recusa a voltar para o paraíso, pois não tinha interesse em voltar para adão. Ela não concordava com a sua “natural” posição como inferior e se recusava a ficar por baixo dele durante as relações sexuais.

De acordo com o texto LILITH E O ARQUÉTIPO DO FEMININO CONTEMPORÂNEO de Cátia Cilene Lima Rodriguez, Adão também não era exatamente um fã de Lilith. A primeira mulher desse mito teria causado angústia ao homem da relação, pois ele teria ficado intimidado com a postura agressiva e sexy de Lilith. Cagão esse Adão.


Após esse episódio Lilith passou a ser apresentada como a mulher demônio. Existem algumas lendas relacionadas a essa figura mitológica onde ela arranca o pênis do homem com a vagina, Talvez daí tenha vindo à ideia do filme Vagina Dentada Onde uma mulher destroça vários pênis com uma vagina cheia de lâminas. Eu nunca vou ver esse filme. Há ainda alguns textos relacionando Lilith com a serpente que induziu Eva ao fruto proibido.

Um troço bem típico não? Um desobediente sendo classificado como demoníaco ou impuro você não segue algumas regras e vira bandido, ou é exilado das escrituras, mas será que você não é um pouco Lilith também? Se pergunte isso moça.


*Não se limite a esse post medíocre, no artigo LILITH E O ARQUÉTIPO DO FEMININO CONTEMPORÂNEO de Cátia Cilene Lima Rodriguez vc acha mais informações

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Um pequeno lampejo no mundo dos vibradores

Outro dia uma amiga me falou que toda mulher merecia um vibrador.
Ela tem razão.
Vão alguns modelos de vibradores que podem ser muito úteis naquelas noites legais ou nas tardes de tédio em que seu namorado jornalista foi cobrir a chegada de uma ex-BBB à Salvador.

• Primeiro encontramos esse em forma de língua. Ideia original vocês têm que admitir.
·         No gel





·         Vibrador ponto G. Querem que eu  diga mais? É ponto G.
  • Vibrador em forma de Banana –  A onda agora não é mulher-fruta? Então por q não um vibrador-fruta?


·         Vibrador no formato de Batom – ideal para casamentos, missas, formaturas e outros eventos chatos  

Homens não fiquem com medo, vocês não vão ser trocados por esses apertrexos. Mas se você se sente ameaçado por um pau de plástico pode significar que é hora de ver um médico que te receite viagra. 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Projeto da deputada Luiza Maia pode ser problemático




Ok. Vou fazer algo hoje que eu sempre considerei impensável: defender o pagode baiano.

O projeto da deputada Luiza Maia (PT_BA) que visa impedir a entrada de grana pública em eventos onde existam bandas que cantam músicas onde a mulher é tirada a dignidade da mulher.

Pergunta: O que tira a dignidade da mulher?

É preciso responder com muito cuidado essa questão. Eu estava ouvindo algumas músicas de pagode para a criação desse post (hoje foi o pior dia da minha vida!) e percebi que muitas dessas canções simplesmente falam de mulheres que gostam de sexo.

Se pararmos para pensar, condenar uma música onde existe o apelo sexual feminino pode ser tão machista quanto “me dá a patinha, me dá”, pois se afirmar que tirar a dignidade da mulher é dizer que elas gostam de transar me soa meio quanto babaca e relativamente patriarcal (leia o post anterior a esse "que diabos é patriarcalismo").

Não estou dizendo que algumas dessas músicas não são ofensivas, ou não incentivam a violência (Coisa que rola em todos os ritmos musicais), mas é preciso se pensar bem nos critérios de avaliação antes do estado se colocar contra as surras de bunda da vida.

*Obs: Eu sei que minha opinião não é importante, mas eu dou e dou e dou outra vez mesmo assim. É que eu gosto.




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Do que os homens têm medo?




Antes que alguém responda dizendo “broxar”, vou logo avisando esse post não é sobre paus moles. Estamos falando sobre o maior medo de todo homem, aquele que faz os machos se sentirem uns merdas. Uma mulher que tem uma vida sexual ativa, mas não quer um parceiro fixo.
Sim, esse é o maior pavor de muitos caras. Duvida? Então você que é homem se pergunte a seguinte questão:

Eu namoraria sério com uma mulher que já tenha dado (ou emprestado) pra vários sujeitos?

Vamos lá cara, não minta pra você mesmo. Muitos homens ficam horrorizados com a idéia de estarem sendo comparado com outros homens, e de infidelidade. A velha máxima de que existe mulher para namorar e mulher para casar ainda ta por aí, mostrando que veio com tudo.

Temos que ser honestos, homens são meio cagões. Existem tantas coisas mais assustadoras no mundo como trabalhos de conclusão de curso (TCC), cerveja quente, camisinhas estouradas ou  eu na cozinha.

A vida às vezes é tão estranha.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Clipe"Rosas" do grupo Atitude Feminina




Video clipe da musica "Rosas" do grupo de rap feminino de brasília (DF) Atitude Feminina