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domingo, 10 de junho de 2012
Repeat da semana
We Are Young - Fun ft. Janelle Monáe
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Últimos achados musicais
Não sei vocês, mas adoro
descobrir bandas novas e me encantar por elas. Essa semana conheci uma, e
relembrei de outra, que já tinha escutado mas que só agora parei para escutar
de verdade e começar a ficar viciada (ou seja, repeat ligado eternamente).\
O primeiro achado foi o grupo
Alabama Shakes.
Fui conferir e não que é bom?
O outro é o cantor e compositor belga-australiano, Gotye. Eu havia escutado a música “Somebody That I Used To Know” mas não dei muita atenção. Só que de uns tempos para cá ela não saía da minha cabeça, fui escutar novamente e pronto, tá no repeat eterno.
Próximo passo: escutar o CD
inteiro desses dois achados aê e ver se realmente valem a pena.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Top Listas OoOoPpPp
O Círculo – Nada é Igual
O Rappa – O que sobrou do céu
Paramore - Brick
By Boring Brick
Placebo –
Special Needs
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Um som legal que eu achei por aí: Unkle
A banda Unkle certamente é dessas com canções que aparecem em seriados descolados como Skins ou Misfits
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Big Bands: Palestras, Mostras e Oficinas

Palestras, Mostras e Oficinas
De 25/10 a 5/11
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
Valor: Grátis
Horários: das 15h às 19h30
Palestras
25/10
Horário: 18h às 19h
Tema: o rap como novo gás na produção alternativa da cidade: modelos de gestão de grupos independentes na Bahia.
Participantes: Daganja (rapper), Nelson Maka (professor universitário/Blacktude), Mediador: Rangel Santana (Positivoz / Versu2)
26/10
Horário: 17h às 19h
Tema: produção da música independente na Bahia: desafios contemporâneos para gravar, produzir, divulgar, distribuir e tocar.
Participantes: Vandex (músico/Tv Vandex), Vince de Mira (Rede Motiva/Zona Mundi/Maquinário Produções), Irmão Carlos (Irmão Carlos E O Catado / Caverna Do Som) Mediador: Rogério Brito (DJ/Agencia Fde/Quina Cultural/Bbrecords)
27/10
Horário: 17h às 19h
Tema: Profissionalização e mercado: cenário contemporâneo da música independente na Bahia
Participantes: Chico Castro (jornalista, crítico de musica), Osvaldo Silveira (MTV Salvador), Luana Vilutis (doutoranda UFBA/Unicult/FDE), Mediador: Messias Bandeira (doutor/UFBA-Hiac/Unicult)
Mostras
Tema: A Música Autoral Independente Brasileira
Valor: Grátis
Horário: a partir das 16h
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
O que: serão exibidos pequenos formatos de videoclipe e documentários sobre o panorama da música autoral independente brasileira: videoclipes da produção musical independente brasileira, documentários sobre a produção independente de bandas brasileiras, documentário sobre festivais independentes brasileiros.
25/10
Videoclipes e documentários sobre Hip Hop
26/10
Videoclipes e documentários sobre bandas autorais Independente
27/10
Videoclipe de bandas autorais e Documentário sobre festivais independentes

Encontros
03/11
Horário: 15h
O que: Clube de Cinema Fora do Eixo
Participantes: Rafael Rolim (Audiovisual/ FDE)
04/11
Horário: 15 h
O que: reunião com bandas e agentes da cultura com a CAFE São Paulo
Participantes: Felipe Altenfelder (Musica Fora do Eixo), Rafael Rolim ( Áudio Visual / Comunicação) e Thiago Dezan (FDE).
Oficina
05/11
O que: oficina de idealização, roteirização e criação de vídeo em micro formato com celular
Valor: Grátis
Horários: 8h às 18h
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
Disponibilidade: 15 vagas (inscrições no local)
Público: a partir de 13 anos
Pré-requisito: celular que filme e capture som/imagem de qualidade
Produção: Épuras Cultural E Quina Cultural
Marcela Costa - cineasta
Lucas Quinhal - video maker
Daiane Oliveira - produtora cultural
Nara Pino - produtora cultural
Mais informações: Quina Cultural
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sábado, 8 de outubro de 2011
Um som legal que eu achei por aí: Lucy and The Popsonics
Meu encontro com a Lucy and the Popsonics veio quando eu estava fazendo coisas legais por aí e me deparei com a necessidade de ouvir coisas igualmente legais. Como aqui nesse blog a gente não gosta de ficar perdendo tempo fingindo que sabe de música, decidimos só postar o som dos caras.
A gente aqui do banana acredita em qualquer banda que tenha uma música chamada Eu quero ser seu tamagoshi
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Mais mulheres deveriam cantar pagode baiano
Sim, o título desse post é esse mesmo. Não, eu não estou bêbado.
Muito se fala sobre as letras escrotas de músicas compostas para o pagode baiano. Duplos sentidos que tirariam dignidade da mulher. O que é verdade, muitas bandas pegam pesado, não engulam essa conversa de que “a maldade está na cabeça dos outros”.
O contexto dos enunciados de muitas canções desse ritmo é relativamente indigno com a figura feminina. Então por qual razão seria interessante mulheres cantando esse tipo de música? A ideia mudaria simplesmente por completo. Quem faz o discurso é tão importante quanto o discurso em si.
Senta que lá em história: Nos séculos XVIII e XIX era comum mulheres simplesmente não poderem sair de casa por conta de seus maridos, que aprisionavam suas esposas e filhas temendo que essas se jogassem diante de um galanteador qualquer. Trancar as mulheres da casa era uma forma também do homem mostrar quem mandava naquela sociedade de merda, afinal, homens em todas as épocas da humanidade sempre estiveram preocupados em provar a sua masculinidade.
Se em 2011, com lei Maria da Penha, delegacia da mulher, policiais femininas ocorrem diversos casos de maridos que estupram suas esposas, imagine isso a 150, 100, 50, anos atrás. A identidade delas era basicamente seu papel social de esposa e mãe, a outra opção era ser marginalizada da sociedade.
Nesse contexto histórico um homem gritando em um microfone “toma negona” me parece algo que vai além do gosto musical duvidoso, entra em um mundo muito do escroto onde a mulher vem a ser apenas um objeto do homem (ao menos essa é uma das interpretações possíveis).
Uma mulher cantando “toma negão, na boca e na bochecha” ganharia outro sentido, quase revolucionário. Se for imaginado uma mulher “interpretando” uma música onde o homem é o objeto sexual, as coisas mudam de figura relativamente, pois elas são inserida no debate. A maioria das cantoras que eu vejo por aí estão cantando chatices românticas e fazendo cópias muito estranhas da Lady Gaga, a questão sexual na música baiana é muito mais ligada a cantores homens.
O contexto do pagode baiano nesse sentido é muito parecido com o da pornografia, que recebeu muitas acusações a respeito de como ela era masculinizada. Já ouvi falar de relatos de feministas que pediam a proibição de vídeos eróticos. Então surge na Alemanha Erika Lust responsável por fazer filmes pornôs para mulheres, uma idéia interessante pra caralho que coloca a mulher no centro das conversas sobre fantasias sexuais.
Acho que colocar mais mulheres para cantar esse tipo de música uma forma muito mais eficiente de se tratar do machismo que muitos projetos de lei que andam circulando por aí. Mas relaxem, eu tenho plena consciência que minha opinião não é importante.
Com informações do livro : RETRATOS DE MULHER - O COTIDIANO FEMININO NO BRASIL SOB O OLHAR DE VIAGEIROS DO SÉCULO XIX de TANIA QUINTANEIRO
Muito se fala sobre as letras escrotas de músicas compostas para o pagode baiano. Duplos sentidos que tirariam dignidade da mulher. O que é verdade, muitas bandas pegam pesado, não engulam essa conversa de que “a maldade está na cabeça dos outros”.
O contexto dos enunciados de muitas canções desse ritmo é relativamente indigno com a figura feminina. Então por qual razão seria interessante mulheres cantando esse tipo de música? A ideia mudaria simplesmente por completo. Quem faz o discurso é tão importante quanto o discurso em si.
Senta que lá em história: Nos séculos XVIII e XIX era comum mulheres simplesmente não poderem sair de casa por conta de seus maridos, que aprisionavam suas esposas e filhas temendo que essas se jogassem diante de um galanteador qualquer. Trancar as mulheres da casa era uma forma também do homem mostrar quem mandava naquela sociedade de merda, afinal, homens em todas as épocas da humanidade sempre estiveram preocupados em provar a sua masculinidade.
Se em 2011, com lei Maria da Penha, delegacia da mulher, policiais femininas ocorrem diversos casos de maridos que estupram suas esposas, imagine isso a 150, 100, 50, anos atrás. A identidade delas era basicamente seu papel social de esposa e mãe, a outra opção era ser marginalizada da sociedade.
Nesse contexto histórico um homem gritando em um microfone “toma negona” me parece algo que vai além do gosto musical duvidoso, entra em um mundo muito do escroto onde a mulher vem a ser apenas um objeto do homem (ao menos essa é uma das interpretações possíveis).
Uma mulher cantando “toma negão, na boca e na bochecha” ganharia outro sentido, quase revolucionário. Se for imaginado uma mulher “interpretando” uma música onde o homem é o objeto sexual, as coisas mudam de figura relativamente, pois elas são inserida no debate. A maioria das cantoras que eu vejo por aí estão cantando chatices românticas e fazendo cópias muito estranhas da Lady Gaga, a questão sexual na música baiana é muito mais ligada a cantores homens.
O contexto do pagode baiano nesse sentido é muito parecido com o da pornografia, que recebeu muitas acusações a respeito de como ela era masculinizada. Já ouvi falar de relatos de feministas que pediam a proibição de vídeos eróticos. Então surge na Alemanha Erika Lust responsável por fazer filmes pornôs para mulheres, uma idéia interessante pra caralho que coloca a mulher no centro das conversas sobre fantasias sexuais.
Acho que colocar mais mulheres para cantar esse tipo de música uma forma muito mais eficiente de se tratar do machismo que muitos projetos de lei que andam circulando por aí. Mas relaxem, eu tenho plena consciência que minha opinião não é importante.
Com informações do livro : RETRATOS DE MULHER - O COTIDIANO FEMININO NO BRASIL SOB O OLHAR DE VIAGEIROS DO SÉCULO XIX de TANIA QUINTANEIRO
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Um som legal que achei por aí: karine Alexandrino
karine alexandrino, foi um som bem interessante que eu achei em uma tarde de gripe, febre e tédio. Tenho que admitir que essa música a música dessa mulher melhorou um pouco o meu dia então como sou legal decidir dividir isso com vocês.
Outra coisa que eu curti muito em karine alexandrino foi o visual artístico dela, isso no palco deve ficar muito legal a onda, mas como a moça aí está no Ceará e eu na Bahia, só posso dizer que achei essa música abaixo muito foda.
Se quiserem mais desse som basta ir no site da trama virtual e baixar as músicas.
Outra coisa que eu curti muito em karine alexandrino foi o visual artístico dela, isso no palco deve ficar muito legal a onda, mas como a moça aí está no Ceará e eu na Bahia, só posso dizer que achei essa música abaixo muito foda.
Se quiserem mais desse som basta ir no site da trama virtual e baixar as músicas.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Sitoc In Rock
Neste sábado, 17/09 vai rolar Sitoc In Rock com as bandas Modus Operandi, Desrroche, Código Remoto, Identidade Ignorada e Sbórnia Social.
O som dessa galera já é conhecido aqui em Salvador de quem curte músicas do cenário alternativo. Como é o caso da banda Modus Operandi que resiste na capital baiana a mais de 10 anos (confira o som deles abaixo).
Quando:17/09/2011 (Sábado) - 17 hs
Onde: Espaço Sitoc - Rua do Passo, Pelourinho
Quanto: R$ 8,00
Quanto: R$ 8,00
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Confira o novo vídeo do Rock Rocket - Shark Attack
Clipe da música Shark Attack (Rock Rocket). Trilha sonora do longa metrágem Pólvora Negra, de Kapel Furman.
Eu quero muito ver esse trabalho Pólvora Negra
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Apocalyptica e os instrumentos elevados a máxima potência
Nothing Else Matters da banda Apocalyptica é o tipo de música que você precisa ouvir ao menos uma vez durante a vida. Esses caras do violoncelo são incríveis.
sábado, 18 de junho de 2011
Uma indicação de música para quem precisa de energia: Vendo 147
Uma ótima música para quem quer chutar os testículos dos seus demônios. Vendo 147 com a música Hell
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Uma dica de música para se sentir depreciativamente legal
Heads Will Roll da banda Yeah Yeah Yeahs é a música ideal para você que neste momento está lendo um livro sobre algum filósofo alemão suicida, fumando um cigarro e tomando café preto. O que vocês querem que eu diga? Existem clichês a serem seguidos.
É nessa parte do texto escrito pelo suicida que você nota o quanto tudo se resume a dançar até que seus membros se separem do resto do corpo, afinal, não tem nada mais interessante a ser feito.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Uma indicação de música para quem é fã do seriado Sobrenatural
Nada como uma boa música para se imaginar como se mata um demônio. A canção Carry On My Wayward Son aparecia na saga dos irmãos Winchester sempre que algo importante estava prestes a acontecer, normalmente no final da temporada.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Uma indicação de música para se ouvir enquanto pensa um pouco
Nada pior que um estúpido falando quando se quer pensar a respeito de qualquer coisa. Então vamos deixar vocês sozinhos com Stop play moon e a música Dance Floor. Garanto a vocês que essa é uma ótima canção para ter ideias pro seu Trabalho de Conclusão de Curso.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Indicação de música para se ouvir quando você declara guerra contra algo ruim
Tenho que admitir que o título dessa postagem é um tanto quanto genérico. A palavra “ruim” tem um significado muito pessoal, mas hoje estamos com vontade de dividir sensações com o público, então vamos deixar o termo “ruim” de lado e se concentrem na parte do “declarar guerra”.
Existem momentos em que certas pessoas se cansam de ver merda acontecer e decidem que está no momento do combate. Muitas canções de batalha foram criadas, mas poucas te deixam eufóricos, naquele momento entre a ferida de morte do herói e a concepção de que ta na hora do pau.
Particularmente conheço poucas músicas que sejam boas o suficiente para inspirar alguém dessa forma, tão tensa e intensa, mas particularmente acho que Brave New World da banda Motörhead cumpre com esse papel. Antes que alguém diga eu falarei, essa música foi inspirada no livro Admirável Mundo de Aldus Axley, e é considerada uma das obras mais influentes da cultura pop. Certamente a canção Brave New World vai te inspirar boas batalhas ou ao menos vai ser sua trilha sonora para você enfiar seu pé no rosto dos canalhas que estão destruindo algo que você gosta.
Existem momentos em que certas pessoas se cansam de ver merda acontecer e decidem que está no momento do combate. Muitas canções de batalha foram criadas, mas poucas te deixam eufóricos, naquele momento entre a ferida de morte do herói e a concepção de que ta na hora do pau.
Particularmente conheço poucas músicas que sejam boas o suficiente para inspirar alguém dessa forma, tão tensa e intensa, mas particularmente acho que Brave New World da banda Motörhead cumpre com esse papel. Antes que alguém diga eu falarei, essa música foi inspirada no livro Admirável Mundo de Aldus Axley, e é considerada uma das obras mais influentes da cultura pop. Certamente a canção Brave New World vai te inspirar boas batalhas ou ao menos vai ser sua trilha sonora para você enfiar seu pé no rosto dos canalhas que estão destruindo algo que você gosta.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Uma música indicada para dias sombrios
Particularmente, nunca encontrei uma banda que me fizesse virar um devoto que grita feito um merdinha quando vê o ídolo. Quando decido colocar um som na minha vida ele tem que está ligado ao momento em que estou presente. Antes que alguém reclame vou logo dizendo, sei que essa conversa é completamente ant-cool, mas o que eu posso fazer? Quero escrever assim hoje.
Portanto vamos pensar em que música e não banda pode ilustrar um pouco sobre como minha cabeça anda sombria? U.R.A. Fever do the Kills. A canção não chega a ser depressiva, em compensação é subterrânea o suficiente para causar sensações arrepiantes em quem escuta.
O que eu mais acho interessante em U.R.A. Fever sem dúvida é o fato de que ela demonstra como você pode passar seus dias mais sombrios sem uma choradeira irritante, mas também nem tão alegre assim. Apesar da letra um tanto quanto psicopática essa música tem mais equilíbrio do que se imagina ao meu ver.
Portanto vamos pensar em que música e não banda pode ilustrar um pouco sobre como minha cabeça anda sombria? U.R.A. Fever do the Kills. A canção não chega a ser depressiva, em compensação é subterrânea o suficiente para causar sensações arrepiantes em quem escuta.
O que eu mais acho interessante em U.R.A. Fever sem dúvida é o fato de que ela demonstra como você pode passar seus dias mais sombrios sem uma choradeira irritante, mas também nem tão alegre assim. Apesar da letra um tanto quanto psicopática essa música tem mais equilíbrio do que se imagina ao meu ver.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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