Opa galera, em minhas andanças pela net descobri essa coisa muito legal que é o financiamento colaborativo, onde você cidadão ajuda financeiramente um projeto que te agrade.
Não é exatamente uma doação, é mais uma galera que se une para fazer uma vaquinha e colocar as coisas para andar.
Abaixo vai uma lista de projetos que a gente do istoeumabanana.blogspot.com, acha que merece a sua atenção e seu dinheiro caro leitor.
CD novo da banda Sabonetes:
Eu já andei dançando por aí ao som da banda, então eu quero ver um CD novo deles gravado.
http://catarse.me/en/sabonetes
Curta-metragem Lunática:
Um filme com cara de Cult-trash, me amarrei na coisa da guria doida, então quem puder ajudar esse camaradas vai ser legal.
http://catarse.me/en/curtalunatica
Plebe ignara:
Taí um filme que eu tenho que ver quando ficar pronto. Vai me dizer que vocês acham uma má ideia um documentário contando a história da banda Plebe Rude? Para colaborar bata ir ao site do catarse e colaborar com a galera.
http://catarse.me/pt/projects/941-plebe-ignara-documentario-musical-com-plebe-rude
Pinheirinho um ano depois:
Como o próprio nome do projeto já diz a ideia é contar como está a vida das famílias no decorrer do ano após serem expulsas de suas casas. É um trabalho legal para um assunto que ainda vai render muito pano pra manga.
http://catarse.me/pt/pinheirinhoumanodepois
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Dica de filme: O Selvagem (1953)
Poucas coisas são tão legais quanto o filme O Selvagem (The Wild One). Nessa época os homens sexies do cinema americano eram minimamente parecidos com um homem.
No papel principal desse clássico do cinema estava Marlon Brando que nesse filme dirigia uma motoTriumph Thunderbird 6T, além de vestir uma caracteística jaqueta de couro que se consolidou como uma vestimenta de cunho sexual após o filme.
Esse trabalho conta a história de uma gangue de motoqueiros que invade uma pequena cidade. De início os jovens não causam grandes problemas, nada além de um pequeno incidente com um carro. Na verdade havia até um comerciante local lucrando com a venda de grandes quantidades de cerveja devido a chegada de Johnny Strabler (Marlon Brando)e seu bando.
As coisas começam a ficar fora de controle no momento em que Chino, lider da antiga gangue de Johnny Strabler aparece procurando brigas e satisfações.
O Selvagem e um desses filmes que marcaram época positivamente, transformou a jaqueta de couro em um ícone cool e foi o primeiro grande filme de Marlon Brando. Honestamente não sei como alguém pode sobreviver sem ver O Selvagem ao menos uma vez na vida.
Você provávelmente vai conseguir achar esse filme no http://arapongasrockmotor.blogspot.com/, mas se te perguntarem não fui eu que te contei.
No papel principal desse clássico do cinema estava Marlon Brando que nesse filme dirigia uma motoTriumph Thunderbird 6T, além de vestir uma caracteística jaqueta de couro que se consolidou como uma vestimenta de cunho sexual após o filme.
Esse trabalho conta a história de uma gangue de motoqueiros que invade uma pequena cidade. De início os jovens não causam grandes problemas, nada além de um pequeno incidente com um carro. Na verdade havia até um comerciante local lucrando com a venda de grandes quantidades de cerveja devido a chegada de Johnny Strabler (Marlon Brando)e seu bando.
As coisas começam a ficar fora de controle no momento em que Chino, lider da antiga gangue de Johnny Strabler aparece procurando brigas e satisfações.
O Selvagem e um desses filmes que marcaram época positivamente, transformou a jaqueta de couro em um ícone cool e foi o primeiro grande filme de Marlon Brando. Honestamente não sei como alguém pode sobreviver sem ver O Selvagem ao menos uma vez na vida.
Você provávelmente vai conseguir achar esse filme no http://arapongasrockmotor.blogspot.com/, mas se te perguntarem não fui eu que te contei.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Big Bands: Palestras, Mostras e Oficinas

Palestras, Mostras e Oficinas
De 25/10 a 5/11
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
Valor: Grátis
Horários: das 15h às 19h30
Palestras
25/10
Horário: 18h às 19h
Tema: o rap como novo gás na produção alternativa da cidade: modelos de gestão de grupos independentes na Bahia.
Participantes: Daganja (rapper), Nelson Maka (professor universitário/Blacktude), Mediador: Rangel Santana (Positivoz / Versu2)
26/10
Horário: 17h às 19h
Tema: produção da música independente na Bahia: desafios contemporâneos para gravar, produzir, divulgar, distribuir e tocar.
Participantes: Vandex (músico/Tv Vandex), Vince de Mira (Rede Motiva/Zona Mundi/Maquinário Produções), Irmão Carlos (Irmão Carlos E O Catado / Caverna Do Som) Mediador: Rogério Brito (DJ/Agencia Fde/Quina Cultural/Bbrecords)
27/10
Horário: 17h às 19h
Tema: Profissionalização e mercado: cenário contemporâneo da música independente na Bahia
Participantes: Chico Castro (jornalista, crítico de musica), Osvaldo Silveira (MTV Salvador), Luana Vilutis (doutoranda UFBA/Unicult/FDE), Mediador: Messias Bandeira (doutor/UFBA-Hiac/Unicult)
Mostras
Tema: A Música Autoral Independente Brasileira
Valor: Grátis
Horário: a partir das 16h
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
O que: serão exibidos pequenos formatos de videoclipe e documentários sobre o panorama da música autoral independente brasileira: videoclipes da produção musical independente brasileira, documentários sobre a produção independente de bandas brasileiras, documentário sobre festivais independentes brasileiros.
25/10
Videoclipes e documentários sobre Hip Hop
26/10
Videoclipes e documentários sobre bandas autorais Independente
27/10
Videoclipe de bandas autorais e Documentário sobre festivais independentes

Encontros
03/11
Horário: 15h
O que: Clube de Cinema Fora do Eixo
Participantes: Rafael Rolim (Audiovisual/ FDE)
04/11
Horário: 15 h
O que: reunião com bandas e agentes da cultura com a CAFE São Paulo
Participantes: Felipe Altenfelder (Musica Fora do Eixo), Rafael Rolim ( Áudio Visual / Comunicação) e Thiago Dezan (FDE).
Oficina
05/11
O que: oficina de idealização, roteirização e criação de vídeo em micro formato com celular
Valor: Grátis
Horários: 8h às 18h
Local: Eletrocooperativa / Praça das Artes (Pelourinho)
Disponibilidade: 15 vagas (inscrições no local)
Público: a partir de 13 anos
Pré-requisito: celular que filme e capture som/imagem de qualidade
Produção: Épuras Cultural E Quina Cultural
Marcela Costa - cineasta
Lucas Quinhal - video maker
Daiane Oliveira - produtora cultural
Nara Pino - produtora cultural
Mais informações: Quina Cultural
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Femme Fatale, você já sonhou com uma.
Femme Fatale. Nossas mães normalmente dizem que ficar perto delas é um perigo, mas a gente não liga muito. Esse mito feminino de uma mulher Lilthiana que comanda as relações sem dúvida é o sonho de muitos homens. Normalmente esse tipo de personagem é apresentado como insensível, manipulador, sensual e com alguns traumas. Não raramente as mulheres fatais estão lutando pela sua sobrevivência, manipulando otários homens para que as coisas aconteçam
De acordo com o livro de ouro do sexo de Regina Navarro Lins e Flávio Braga, o termo femme fatale vem da França que teria divulgado esse tipo de sensualidade através de folhetins e do cinema. O fatale (fatal -> acredito eu e o google tradutor) vêm de toda a desgraça que esse tipo de mulher pode causar na vida de um homem, ao menos é assim que acontece na literatura e em filmes. Um exemplo desses pode ser visto em Lolita de Stanley Kubrick onde uma menina de quatorze anos seduz o padrasto transformando-o em assassino pouco tempo depois. Em Instinto Selvagem II Sheron Stone leva seu psiquiatra à loucura (não a loucura legal, mas aquela de ouvir vozes) para ser inocentada de seus crimes.
Nem sempre essas personagens são vilãs da história contada. A atriz Bridget von Hammersmark (Diane Kruger) usa todo seu charme para enrolar os nazistas e ajudar a explodir Hitler em Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino. Encontramos Femme Fatales em quase todos os âmbitos da cultura pop, inclusive nos quadrinhos. Talvez a mulher mais fatal desse gênero de literatura seja a mulher-gato, com aquele chicote e roupas de couro ela faz do homem morcego um merda.
Mas por qual razão os homens se sentem tão atraídos por femme fatales? Afinal, elas têm o péssimo hábito de levar a miséria quem se mete com elas. Talvez por causa do charme em está se envolvendo em algo que é perigoso. Sim, o risco também é excitante. A mulher Fatal é uma fantasia tipicamente masculina, principalmente quando o homem está precisando sair do tédio da vida cotidiana. Viver é meio chato às vezes e existem ocasiões onde ficar na ponta da navalha pode tirar as coisas do marasmo.
Já O livro de ouro do sexo tem uma teoria de que homens gostam de ser dominados devido a falta que sentem da mãe. Faz sentido se for imaginado que a Femme Fatal manipula através do afeto. Vai dizer que você nunca viu uma mãe fazer isso?.
De acordo com o livro de ouro do sexo de Regina Navarro Lins e Flávio Braga, o termo femme fatale vem da França que teria divulgado esse tipo de sensualidade através de folhetins e do cinema. O fatale (fatal -> acredito eu e o google tradutor) vêm de toda a desgraça que esse tipo de mulher pode causar na vida de um homem, ao menos é assim que acontece na literatura e em filmes. Um exemplo desses pode ser visto em Lolita de Stanley Kubrick onde uma menina de quatorze anos seduz o padrasto transformando-o em assassino pouco tempo depois. Em Instinto Selvagem II Sheron Stone leva seu psiquiatra à loucura (não a loucura legal, mas aquela de ouvir vozes) para ser inocentada de seus crimes.
Nem sempre essas personagens são vilãs da história contada. A atriz Bridget von Hammersmark (Diane Kruger) usa todo seu charme para enrolar os nazistas e ajudar a explodir Hitler em Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino. Encontramos Femme Fatales em quase todos os âmbitos da cultura pop, inclusive nos quadrinhos. Talvez a mulher mais fatal desse gênero de literatura seja a mulher-gato, com aquele chicote e roupas de couro ela faz do homem morcego um merda.
Mas por qual razão os homens se sentem tão atraídos por femme fatales? Afinal, elas têm o péssimo hábito de levar a miséria quem se mete com elas. Talvez por causa do charme em está se envolvendo em algo que é perigoso. Sim, o risco também é excitante. A mulher Fatal é uma fantasia tipicamente masculina, principalmente quando o homem está precisando sair do tédio da vida cotidiana. Viver é meio chato às vezes e existem ocasiões onde ficar na ponta da navalha pode tirar as coisas do marasmo.
Já O livro de ouro do sexo tem uma teoria de que homens gostam de ser dominados devido a falta que sentem da mãe. Faz sentido se for imaginado que a Femme Fatal manipula através do afeto. Vai dizer que você nunca viu uma mãe fazer isso?.
*O livro de ouro do sexo está disponível no Google livros, para vc que como eu gosta de ler, mas tá falido
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A Pornografia também tem história
Ao contrário do que imaginam os puritanos, a pornografia não é algo que nasceu nos anos de 1960. Ela é uma forma de expressão muito mais antiga do que isso e de acordo com o livro A invenção da pornografia de Lynn Hunt, entre 1500dc e 1800dc esse tipo de trabalho utilizava comumente o sexo como forma de satirizar autoridades.
Nesse clima a Pornografia foi “crescendo” muitas vezes sendo usada como arma política de artistas que queriam enfiar o pé nos limtes do que seria descente ou socialmente aceitável. Tanto que essa forma de expressão de arte ganhou força no ocidente entre o renascimento e a Revolução Francesa (Lynn Hunt).
Nesse contexto não precisa ser muito gênio para deduzir que havia uma grave perseguição aos criadores desses trabalhos de arte erótica. Até os dias de hoje Pornografia é vista como “falta grave” para muitos, como no livro Catecismo da Igreja Responde de A à Z de Felipe Aquino onde a pornografia é vista como uma violação dos laços de castidade chegando mesmo a sugerir a proibição da circulação de obras pornôs.
Uma grande fonte de obras pornográficas na Europa era a França, que contribuía com autores importantes para esse tipo de literatura, embora os Ingleses também dessem sua contribuição tanto com gravuras como livros. Entretanto o “cara” das escritas pornôs no século XVII seria um italiano que viveu no século XV - Pietro Aretino.
Em As 100 melhores histórias eróticas da Literatura universal escrito por Flávio Moreira da Costa e Celina Portocarrero, você pode encontrar mais informações sobre Pietro Aretino. Se vocês quiserem mais informações sobre o assunto não se limitem a esse post medíocre . O livro A invenção da pornografia de Lynn Hunt tá no google livros
Nesse clima a Pornografia foi “crescendo” muitas vezes sendo usada como arma política de artistas que queriam enfiar o pé nos limtes do que seria descente ou socialmente aceitável. Tanto que essa forma de expressão de arte ganhou força no ocidente entre o renascimento e a Revolução Francesa (Lynn Hunt).
Nesse contexto não precisa ser muito gênio para deduzir que havia uma grave perseguição aos criadores desses trabalhos de arte erótica. Até os dias de hoje Pornografia é vista como “falta grave” para muitos, como no livro Catecismo da Igreja Responde de A à Z de Felipe Aquino onde a pornografia é vista como uma violação dos laços de castidade chegando mesmo a sugerir a proibição da circulação de obras pornôs.
Uma grande fonte de obras pornográficas na Europa era a França, que contribuía com autores importantes para esse tipo de literatura, embora os Ingleses também dessem sua contribuição tanto com gravuras como livros. Entretanto o “cara” das escritas pornôs no século XVII seria um italiano que viveu no século XV - Pietro Aretino.
Em As 100 melhores histórias eróticas da Literatura universal escrito por Flávio Moreira da Costa e Celina Portocarrero, você pode encontrar mais informações sobre Pietro Aretino. Se vocês quiserem mais informações sobre o assunto não se limitem a esse post medíocre . O livro A invenção da pornografia de Lynn Hunt tá no google livros
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