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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Dica de filme: #Sucker_Punch
Uma garota inserida em um triste mundo, cria um universo só seu para escapar da realidade. Essa foi a sinopse ridícula que eu lí sobre o incrível filme Sucker Punch, que ao contrário do que diz o texto descritivo acima não é uma nova versão do fantástico mundo de Bob.
Um visual que mistura garotas usando roupas que a gente encontra nos mangás estilo hentai, lutas incríveis, mas ainda assim com um toque de garota. Esse é Sucker Punch.
Uma jovem e jogada em um sanatório por seu padrasto ganancioso e está prestes a ser lobotomizada. No momento em que a protagonista vai levar uma agulhada enorme na cabeça, tudo muda. Ao invéz de um sanatório a protagonista, agora nomeada de Baby Doll, está em um bordel e precisa passar por uma série de provas para fugir dali.
A parte interessante é que quando a #Baby_Doll dança ela é transportada para um mundo onde tudo pode acontecer. Além das roupas retiradas de hentai japonês que são muito legais.
Normalmente esse blog não indica filmes com menos de dez anos (Esse foi lançado em 2011), mas Sucker Punch foi um filme que me ganhou pela boa utilização de seus efeitos e pela história legal.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Dica de filme: O Selvagem (1953)
Poucas coisas são tão legais quanto o filme O Selvagem (The Wild One). Nessa época os homens sexies do cinema americano eram minimamente parecidos com um homem.
No papel principal desse clássico do cinema estava Marlon Brando que nesse filme dirigia uma motoTriumph Thunderbird 6T, além de vestir uma caracteística jaqueta de couro que se consolidou como uma vestimenta de cunho sexual após o filme.
Esse trabalho conta a história de uma gangue de motoqueiros que invade uma pequena cidade. De início os jovens não causam grandes problemas, nada além de um pequeno incidente com um carro. Na verdade havia até um comerciante local lucrando com a venda de grandes quantidades de cerveja devido a chegada de Johnny Strabler (Marlon Brando)e seu bando.
As coisas começam a ficar fora de controle no momento em que Chino, lider da antiga gangue de Johnny Strabler aparece procurando brigas e satisfações.
O Selvagem e um desses filmes que marcaram época positivamente, transformou a jaqueta de couro em um ícone cool e foi o primeiro grande filme de Marlon Brando. Honestamente não sei como alguém pode sobreviver sem ver O Selvagem ao menos uma vez na vida.
Você provávelmente vai conseguir achar esse filme no http://arapongasrockmotor.blogspot.com/, mas se te perguntarem não fui eu que te contei.
No papel principal desse clássico do cinema estava Marlon Brando que nesse filme dirigia uma motoTriumph Thunderbird 6T, além de vestir uma caracteística jaqueta de couro que se consolidou como uma vestimenta de cunho sexual após o filme.
Esse trabalho conta a história de uma gangue de motoqueiros que invade uma pequena cidade. De início os jovens não causam grandes problemas, nada além de um pequeno incidente com um carro. Na verdade havia até um comerciante local lucrando com a venda de grandes quantidades de cerveja devido a chegada de Johnny Strabler (Marlon Brando)e seu bando.
As coisas começam a ficar fora de controle no momento em que Chino, lider da antiga gangue de Johnny Strabler aparece procurando brigas e satisfações.
O Selvagem e um desses filmes que marcaram época positivamente, transformou a jaqueta de couro em um ícone cool e foi o primeiro grande filme de Marlon Brando. Honestamente não sei como alguém pode sobreviver sem ver O Selvagem ao menos uma vez na vida.
Você provávelmente vai conseguir achar esse filme no http://arapongasrockmotor.blogspot.com/, mas se te perguntarem não fui eu que te contei.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Dica de Filme: Pi (1998)
Esse entra fácil na lista dos filmes mais criativos que eu já vi na vida. Com imagens em Preto e Branco, PI, conta a história de Max, um cara que é um tipo de fodão da matemática e cria um computador para descobrir qual a sequência completa do número PI.
O interessante é como o filme mostra que toda a sabedoria de Max o torna extremamente desajustado, não especial. O cara sofre de dores de cabeça e não consegue lidar com as pessoas. Em uma das cenas em que isso se torna mais evidente a vizinha do personagem principal demonstra interesse sexual no rapaz que fica completamente desconsertado, dá as costas e vai embora.
Como se não bastasse todos os problemas na cabeça de Max, ele ainda era perseguido por um grupo religioso que tem interesse nos “poderes místicos” do número PI, assim como algumas pessoas em Wall Street que querem ganhar uns trocados.
A trilha sonora em Pi é um caso a parte. Com batidas pesadas de música eletrônica combinada com cenas perturbadoras, essas canções vão te lembrar tudo menos uma rave. Ao menos não uma rave em que você ficou sóbrio e não teve uma bad trip. Em uma das cenas mais psicóticas do filme, Max em um acesso de dores de cabeça vê um cérebro no chão de uma estação de metrô e o cutuca com uma caneta.
Pi, é um filme que pode mexer com a sua cabeça, então se você tiver tendências a delírios paranoicos não veja esse filme ou vai dar merda pro seu lado. Sei de um amigo meu que achou uma boa ideia assistir esse filme enquanto usava drogas e agora ele vê Pi em tudo quanto é canto. Mas para você que não é dado a crises de pânico por achar que alienígenas implantaram um chip de localização na sua cabeça é um filme legal.
Você pode achar Pi para download no blog clássico para nós fãs de filmes doidos: o cinema cultura.
O interessante é como o filme mostra que toda a sabedoria de Max o torna extremamente desajustado, não especial. O cara sofre de dores de cabeça e não consegue lidar com as pessoas. Em uma das cenas em que isso se torna mais evidente a vizinha do personagem principal demonstra interesse sexual no rapaz que fica completamente desconsertado, dá as costas e vai embora.
Como se não bastasse todos os problemas na cabeça de Max, ele ainda era perseguido por um grupo religioso que tem interesse nos “poderes místicos” do número PI, assim como algumas pessoas em Wall Street que querem ganhar uns trocados.
A trilha sonora em Pi é um caso a parte. Com batidas pesadas de música eletrônica combinada com cenas perturbadoras, essas canções vão te lembrar tudo menos uma rave. Ao menos não uma rave em que você ficou sóbrio e não teve uma bad trip. Em uma das cenas mais psicóticas do filme, Max em um acesso de dores de cabeça vê um cérebro no chão de uma estação de metrô e o cutuca com uma caneta.
Pi, é um filme que pode mexer com a sua cabeça, então se você tiver tendências a delírios paranoicos não veja esse filme ou vai dar merda pro seu lado. Sei de um amigo meu que achou uma boa ideia assistir esse filme enquanto usava drogas e agora ele vê Pi em tudo quanto é canto. Mas para você que não é dado a crises de pânico por achar que alienígenas implantaram um chip de localização na sua cabeça é um filme legal.
Você pode achar Pi para download no blog clássico para nós fãs de filmes doidos: o cinema cultura.
sábado, 24 de setembro de 2011
Dica de filme: Surplus
Surplus é um dos documentários mais interessantes que eu já tive o prazer de assistir. Imagino que vocês devam estar pensando “mas documentário não é quase sempre chato?”. Digamos que esse formato de produção tem um público pequeno no Brasil. Entretanto Surplus é o tipo de filme que é tudo, menos chato.
Para começar Surplus não tem aquela linguagem típica de documentário que conhecemos com sequências de entrevistas emendadas uma na outra. Através de repetições de imagens e música eletrônica esse filme cria uma narrativa bem incomum para um filme de não-ficção.
Surplus trata de como a vida nesse planeta está ficando uma bosta por conta dos nossos hábitos de consumo. O filme começa ao som de música eletrônica que ao fundo possui uma voz discursando sobre a importância de se proteger a democracia.
Esse filme cria uma narrativa lógica através da nossa cultura do remix sobre que caminhos estamos tomando para nossas vidas. Não só falando de questões ambientais. Em um dos momentos mais interessantes de Surplus é contada a história de um jovem que teria ficado rico muito cedo, mas estava angustiado. “minha mãe uma vez me disse que desejava que eu nunca tivesse ganhado tanto dinheiro”falou o rapaz na entrevista (Eu acho que eu nunca vou ouvir isso da minha mãe devido a minha pobreza blogueira)
Sem dúvida Surplus é o tipo de filme em que você desconfia dessa democracia toda trazida pelo capitalismo, mas ainda assim não consegue ver muitas perspectivas além disso (ou será que eu estava meio deprimido quando vi o filme?)
Para começar Surplus não tem aquela linguagem típica de documentário que conhecemos com sequências de entrevistas emendadas uma na outra. Através de repetições de imagens e música eletrônica esse filme cria uma narrativa bem incomum para um filme de não-ficção.
Surplus trata de como a vida nesse planeta está ficando uma bosta por conta dos nossos hábitos de consumo. O filme começa ao som de música eletrônica que ao fundo possui uma voz discursando sobre a importância de se proteger a democracia.
Esse filme cria uma narrativa lógica através da nossa cultura do remix sobre que caminhos estamos tomando para nossas vidas. Não só falando de questões ambientais. Em um dos momentos mais interessantes de Surplus é contada a história de um jovem que teria ficado rico muito cedo, mas estava angustiado. “minha mãe uma vez me disse que desejava que eu nunca tivesse ganhado tanto dinheiro”falou o rapaz na entrevista (Eu acho que eu nunca vou ouvir isso da minha mãe devido a minha pobreza blogueira)
Sem dúvida Surplus é o tipo de filme em que você desconfia dessa democracia toda trazida pelo capitalismo, mas ainda assim não consegue ver muitas perspectivas além disso (ou será que eu estava meio deprimido quando vi o filme?)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Dica de filme: Death Race 2000 (1975)
Nada de remakes nesse blog, a gente aqui só fala dos clássicos. Ou quase. Ou o que eu acho ser um clássico a depender do meu dia.
O filme Death Race 2000, de 1975, conta a história de o um futuro onde uma corrida televisionada era usada para fazer felizes uma população que estava sob um regime ditatorial. Para vencer essa corrida era preciso mais do que chegar primeiro, era necessário atropelar, quanto mais gente os competidores atropelavam, mais pontos ganhavam.
O personagem principal é o piloto Frankenstein (David Carradine). O cara é todo remendado devido a acidentes que sofreu durante as corridas, entretanto é conhecido como o melhor das pistas. Isso causa muita inveja em "Machine-Gun" Joe Viterbo (Sylvester Stallone) que odeia a ideia de ser sempre o segundo colocado quando Frankenstein está competindo.
Nada de cromado nos carros desses caras, mas metralhadoras, lâminas e alguns dos atropelamentos mais bizarros que você vai ver em sua vida. Nesse filme você certamente vai ver bastante sangue, explosões, e um senso de moral bastante destorcido, ou seja, diversão para toda família.
É interessante pensar que Death Race 2000 é considerado como um filme Cult, tendo sido inclusive mencionado em A prova de morte (Quentin Tarantino). Acho que no final da contas, a gente faz os clássicos que queremos.
OBS: Death Race 2000 tem um tipo de continuação bizarra feita recentemente, não vejam, pois é uma merda.
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