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domingo, 25 de setembro de 2011

Um pouco de Clark Gable

Clark Gable foi sem dúvida um símbolo de homem de sua época. Conseguia trabalhar sem está ligado diretamente a um estúdio devido ao seu carisma com o público feminino. Durante muito tempo cultivou como sua marca registrada o belo sorriso e um fino bigode, bem típico para aquele tempo.

 Quando grandes estrelas de Hollywood caiam feito moscas devido a chegada do cinema mudo Clark Gable se adaptou bem a mudança, mantendo sua carreira e estrelando seu primeiro filme falado O deserto pintado(1931).

 O interessante é que a propaganda dessa época vendia Clark Gable como membro de um dos casais perfeitos de Hollywood, enquanto produtores  o ajudava a conseguir prostitutas através de um serviço criado pelo estúdio para evitar chantagens e doenças sexualmente transmissíveis. O mais bizarro é que essas garotas de programa eram aspirantes a estrelas que não deram certo. Comenta-se que dormir com Clark Gable, era coisa para mulheres selecionadas, pois uma noite com o cara poderia ajudar na carreira delas.



 A consagração como ator veio no filme E o vento levou onde interpretou Rhett Butler. Com esse papel Gable ganhou uma indicação ao Oscar, além de fixá-lo para sempre como o homem que as mulheres queriam ter em suas vidas. Obviamente no mundo real não era bem assim. Gable tinha uma vida pessoal bem caótica. Cinco casamentos, várias traições e divórcios.

 Talvez Clark Gable seja o maior exemplo de como os mitos de Holywood já estiveram envolvidos em uma atmosfera muito mais sexual e confusa devido a necessidade de uma propaganda “respeiável” a respeito de suas imagens.

Com informações de :Grandes Astros do Cinema Por Paulo Silva Lopes e A VIDA SEXUAL DOS IDOLOS DE HOLLYWOOD Por NIGEL CAWTHORNE

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Aniversário do filme O exorcista (1973)

O exorcista faz 48 anos hoje. O filme de terror americano mais incrível de todos os tempos entrava nas salas de cinema nos Estados Unidos da América em 1973 numa sexta, não treze, mas 22.



O trabalho dirigido por William Friedkin foi baseado em um livro escrito por William TPeter Blatty, também responsável pelo roteiro de O exorcista. Talvez por isso o filme tenha se parecido tanto com o livro (Claro, que não é igual. O livro tem mais detalhes das coisas. O suficiente para um cagão como eu ter medo de ficar em casa sozinho).

Existem muitos sites por aí falando que o livro que originou o filme é baseado em uma história real. Não nego, nem afirmo, honestamente não achei nenhuma fonte em que eu confiasse o suficiente para jogar essa afirmação nesse texto.

 O filme conta a história de uma garota de doze anos que é possuída pelo demônio Pazuzu. A princípio todos acham que ela sofre de alguma doença mental. A menina adquire uma voz masculina e ganha força física para atormentar todos que vivem na casa. Vários médicos examinam a garota, entretanto nada é encontrado. Nesse momento Chris MacNeil (Ellen Burstyn), mãe da guria possuída decide pedir ajuda a um padre. Não vou contar mais da história, pois esse blog é ético o suficiente para não ser disseminador de Spoilers.



 Poucos filmes originaram tantas lendas urbanas assustadoras quanto O Exorcista: Pegamos algumas no site da revista Mundo Estranho.

 1 - o ator Jack MacGowran, morreu após a sua participação no filme.

2 - O irmão de Max von Sydow,( padre Merrin) morreu na época em o ator estava gravando o filme

 3 - Um dos técnicos de cena morreu de uma forma que ninguém entendeu

4 - A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, se arrebentou na cena em que é atirada para longe pela filha, mas existe quem diga que isso foi culpa do diretor.

 Eu já ouvi histórias e mensagens subliminares  dentro do filme, coisas como a possibilidade dele atrair Pazuzu, entre outras. Loucuras a parte, O exorcista é desses filmes de terror que é assustador em todas as épocas, não falo isso como pessoa que acredita no sobrenatural ou coisa do gênero, mas como cinéfilo que gosta de filmes de terror filmados antes do meu nascimento.

Se um filme é bom o suficiente para criar lendas urbanas, ele sem dúvida merece ser perpetuado para a eternidade.

Obs: Não vejam os outros filmes que produziram como sequência, pois são uma desgraça de ruim.

Obs: Estou escrevendo esse post num medo da porra.