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domingo, 27 de maio de 2012

Cidades Fantasmas



A revista Mundo Estranho de Maio fez uma matéria sobre Cidades Fantasmas com informações e imagens de diversas cidades abandonadas pelo mundo todo. Nós adoramos a matéria e resolvemos fazer uma seleção dos lugares que achamos mais instigantes.

Bodie (EUA)
A localidade foi uma das muitas fundadas por causa da exploração de ouro no oeste dos Estados Unidos. A prosperidade da cidade, que chegou a ser uma das maiores da região, durou até que mais ouro fosse encontrado em áreas vizinhas. A partir de 1962, a cidade virou parque turístico, administrado pelo estado da Califórnia, e atualmente recebe cerca de 200 mil visitantes por ano.




Fordlândia (Brasil)
A montadora de automóveis Ford ergueu uma vila industrial no meio do Pará para garantir o abastecimento de borracha para os pneus dos carros produzidos nos EUA. Habitada por brasileiros e norte-americanos, era uma cidade-modelo, com escola de inglês, hospital com cirurgia plástica, cinema e boa infraestrutura. Com a descoberta da borracha sintética, Henry Ford vendeu as terras e a cidade foi abandonada aos poucos.




Kolmanskop (Namíbia)
No início do século 20, diamantes foram descobertos no deserto da Namíbia. Para facilitar a exploração, a cidade de Kolmanskop foi construída perto de uma das minas. Ela chegou a ter cassinos e lojas para entreter as 700 famílias de mineradores. Quando a procura pelas pedras diminuiu, a partir do fim da Primeira Guerra Mundial, as casas foram sendo abandonadas pelos habitantes e ocupadas pela areia do deserto.





Centralia (EUA)
Embora também tenha sido construída em torno de uma mina, a cidade do estado da Pensilvânia não foi abandonada pela baixa na demanda do carvão. Um incêndio inexplicável se alastrou pela mina, liberando gases tóxicos pelo subsolo da cidade, que teve que ser evacuada por precaução. O fogo ainda queima embaixo de Centralia e, segundo cientistas, pode durar pelos próximos 500 anos. O filme e videogame Silent Hill foram inspirados nessa cidade.





Pripyat (Ucrânia)
A cidade abandonada mais famosa do mundo foi construída para acomodar os trabalhadores da usina nuclear de Chernobyl. Em 1986, a explosão que causou o desastre atômico mais famoso da história contaminou uma área de 3 mil km² com radiação. Nos próximos 900 anos – período estimado para os resíduos nucleares se dissiparem -, ninguém poderá voltar a viver no local.







sábado, 17 de dezembro de 2011

#OcupeBrasília, eu quase acreditei em você

Para quem não sabe (e é provável que você não saiba mesmo) essa semana rolou o #OcupeBrasília. De acordo com a Une (União Nacional dos Estudantes) cerca de 200 estudantes estavam acampados no planalto central com o objetivo de exigir entre outras coisas 10% do PIB nacional para educação.

Quando eu fiquei sabendo dessa notícia honestamente me empolguei, cheguei aescrever algumas notícias a respeito no Nuvendigital, página qual fui contratado para atualizar. Pensei até em juntar uns amigos e partir pra lá.

Então comecei a receber textos da Une com nomes de políticos que se diziam apoiadores do movimento. Nesse momento voltei a minha condição de jornalista paranóico, apático e bebedor de café. No final das contas eu me vi miseravelmente certo. O #OcupeBrasília acabou em uma semana, não por terem sido expulsos, como a maioria das ocupações pelo mundo.

De acordo com o texto que eu recebi da própria Une, eles simplesmente decidiram que era hora de ir embora. Os 10% para a educação? A votação da coisa toda  foi adiada.

 Em Moscou tem gente enfrentado o frio congelante dessa época do ano. Nos Estados Unidos as ocupações se comportam como o Jason, não importando quantas vezes a polícia solte os cachorros sobre eles. Os caras sempre voltam em maior número e mais despirocados. Existem países onde os manifestantes enfrentam balas de borracha e gás lacrimogêneo, mas não vão embora. O #OcupeBrasilía acabou depois de uma semana, e eles nem foram expulsos!

Entretanto isso não quer dizer que todas as ocupações no Brasil seja essa coisa duvidosa. Em Salvador o #ocupeSalvador tem tido que lidar com a apatia do baiano tentado concientizar o soteropolitano a respeito do PDDU da copa. Entre os duzentos do #ocupebrasilia e os quinze do# OcupeSalvador, fico com a segunda opção.

domingo, 22 de agosto de 2010

Confira um pouco de Glauber Rocha

A Bahia lançou para o mundo um dos maiores cieneastas brasileiros que já existiu. Glauber Rocha morreu em 22 de agosto de 1981, à 29 anos e qualquer texto a respeito do talento dessa figura é mera redundância, então vejam abaixo algumas das principais obras e prêmios dele que é o principal nome do movimento Cinema Novo.



Barravento:

1961, P&B. 35 mm

Primeiro Filme dirigido Glauber Rocha, trata de uma vila de pescadores que é explorada por negociantes donos da rede utilizada para pescar. É quando aparece Firmino, antigo morador da vila que retorna para instaurar conflitos nesse espaço que mistura a magia do candonblé com questões sociais que seguem até os dias de hoje.
Deus e o diabo na terra do sol:
1964, P&B.

Um dos filmes mais famosos de Glauber Rocha, retrata a vida do sertanejo Manoel e sua mulher Rosa que em busca de uma vida melhor se envolvem primeiro com um beato um tanto quanto Saguinário e depois com um cangaceiro, para tentarem melhorar suas condições de vida. Essa obra recebeu uma indicadação a palma de ouro, com destaque para a morte do cangaceiro Corisco.

Terra em transe :

1967, P&B.

O filme é visto por muitos como uma sátira ao Brasil pré-ditadura militar de 1964. Terra em transe conta a história do jornalista e poeta Paulo MArtins na república fictícia de Eldorado e suas relações com um político populista que está ganhando poder. Essa obra chegou a ser censurada pelo governo militar, mas garantiu um prêmio de melhor filme no Festival de cinema de Havana, além dos prêmios Luis Buñuel e Fipresci no XX Festival de Cannes.








quarta-feira, 5 de maio de 2010

Música e Arte


Coletânea no exterior reúne raridades do rock brasileiro dos anos 1960 e 70

Acaba de ser lançada no exterior "Brazilian guitar fuzz bananas", uma coletânea de músicas brasileiras que reúne uma série de composições obscuras e psicodélicas, de guitarras distorcidas, produzidas entre o fim dos anos 1960 e o início dos 70.

A compilação ficou por conta do brasileiro Joel Stones, que vive em Nova York há 12 anos, onde é dono da loja de discos Tropicalia in Furs. O álbum, que durou cinco anos para ser produzido até chegar ao resultado final, abre com o "Tema de Batman", onde uma voz chama o homem-morcego para combater seres alienígenas, e segue com demais raridades inusitadas e desconhecidas do grande público.

"Brazilian guitar fuzz bananas" foi lançado em vinil (com capa em 3D, acompanhada por óculos especiais) e CD, que inclui um minidocumentário.

Com informações do O Globo


Artista recria capas de discos com personagens de quadrinhos

O ilustrador Cliff Chiang inspirou-se em capas de álbuns dos anos 80 e os recriou com personagens de histórias em quadrinhos. A capa do álbum Rio, do Duran Duran, foi recriada com a Vampirella, os Jovens Titãs apareceram como O Clube dos Cinco e a Batgirl imita a capa de Purple Rain, do Prince. Cada uma das releituras custa o equivalente a R$ 34,50.


 Com informações da Revista Pegn